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COBRAS - ANACONDAS : GIGANTES, MORTÍFERAS E ESFOMEADAS-- Anaconda: GIANTS, deadly and hungry

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COBRAS - ANACONDAS : GIGANTES, MORTÍFERAS E ESFOMEADAS-- Anaconda: GIANTS, deadly and hungry
O CROCODILO GIGANTE " O MAIS TEMIDO PREDADOR" ASSISTA: http://youtu.be/ylBXiI0FL8Q http://www.facebook.com/alexandrebadu COBRAS - ANACONDAS : GIGANTES, MORTÍFERAS E ESFOMEADAS-- Anaconda: GIANTS, deadly and hungry ASSISTAM MAIS NOS BOGGER DO EDITOR: Watch more Boggia IN THE EDITOR: http://www.blogger.com/profile/15023300419509280236 http://www.blogger.com/profile/14323447151370397461 "ANACONDA"- A LENDA DA COBRA GRANDE ! THE LEGEND OF BIG COBRA ! Um dos mitos do Amazonas, que aparece sob diferentes feições. Ora como uma cobra preta, ora como uma cobra grande, de olhos luminosos como dois faróis. Os caboclos anunciam sua presença nos rios, lagos, igarapés e igapós com a mesma insistência que os marinheiros e pescadores da Europa acreditam no monstro de Loch-Ness. A imaginação amazônica, mais floreada e portentosa, criou para o nosso mito propriedades fantásticas: a boiúna pode metamorfosear-se em embarcação de vapor ou vela e ir da forma de ofídio à navio, para mais trair e desorientar as suas vítimas. Esta cobra, possui diferentes formas encantatórias, conformes dados colhidos entre a população ribeirinha. Acreditam até, que alguns igarapés foram formados pela sua passagem que abre grandes sulcos nas restingas, igapós e em terra firme. Na Amazônia, ela toma diversos nomes: Boiúna, Cobra Grande, Cobra Norato, Mãe D Água, entre outros, mas independentemente de seu nome, ela é a Rainha dos rios Amazônicos e suas lendas podem ter surgido em virtude do medo que provoca a serpente d água, que devora o gado que mata a sede na beira dos rios. A Cobra-Grande ou a Boiuna, sobe os rios, entra nos igarapés, devassa os lagos, onde cantam a sua área de beijos os nenúfares opalizados pela luz do luar, transformada em majestoso, todo iluminado e fascinante, que atrai o caboclo extasiado pela sua irradiosa aparição. Diz a lenda, que Waldemar Henrique, em verso e música traduziu, que uma vez por ano a Boiúna saía de seus domínios para escolher uma noiva entre as cunhãs da Amazônia. E, diante daquele enorme vulto prateado de luar que atravessava vertiginosamente o grande rio, os pajés rezavam, as redes tremiam, os curumins escondiam-se chorando, enquanto um imenso delírio de horror rebentava na mata iluminada...
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Video Enviado por anonimo el 22/07/2014 08:50 AM
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